Começando agora o que eu imagino ser o início de uma nova série de posts desse site, trago aqui comentários sobre a produção dos meus vídeos. A ideia é escrever aqui detalhes das minhas produções para quem tiver algum interesse na área de audiovisual e, quem sabe, a gente possa trocar uma ideia nos comentários depois, sei lá.

O vídeo de hoje

Esse vídeo tem um nome meio clickbait mas é porque ele é um chamariz para um outro vídeo que saiu mais cedo (sobre o Museu de Ciências Naturais da PUC Minas) mas que provavelmente poucas pessoas irão assistir.

“E por que poucas pessoas irão assistir?”, você me pergunta.

É porque a música usada como trilha sonora do primeiro vídeo acabou não passando na peneira do YouTube e, como consequência, quem tentar assistir através de dispositivos móveis como celular e tablet, não irá conseguir. E de acordo com as estatísticas do meu canal, cerca de 50% a 60% do público assiste aos conteúdos assim. Em resumi, a plataforma limou mais da metade do meu público em potencial.

“Mas por que você não refaz o primeiro vídeo com outra música, então?”

Porque além de dar um trabalho do cacete, eu geralmente edito os vídeos com base nas músicas. Logo, se a música tem uma batida em um ponto específico, é lá onde o vídeo vai ter um corte ou um efeito. Sendo assim, não dá pra eu manter o vídeo do jeito que está usando outra música. Mas tá tudo bem, vida que segue e semana que vem tem outro vídeo.

Aliás, toda segunda-feira tem vídeo novo! Não deixem de conferir e se inscrever (tô quase chegando nos 500 inscritos e números redondos são muito mais legais que números quebrados).

Agora, o primeiro vídeo

Tudo começou no ano passado quando eu decidi começar a filmar umas coisas mais interessantes do meu dia a dia afim de movimentar o canal e criar um conteúdo que me desafiasse.

Peguei uma câmera no laboratório de fotografia da minha faculdade e fui pela primeira vez nesse museu, que inclusive já sofreu um incêndio uns poucos anos atrás. Lembro até hoje do dia em que eu subi a rua desse museu após o incêndio ter sido controlado e vi carros de todos os jornais e emissoras de TV de Belo Horizonte parados lá na porta. Depois, quando voltei pra casa, é que eu fui procurar saber o que tinha acontecido.

Mas enfim, fiz minha primeira visita e acho que demorei umas 2 horas e meia lá dentro, observando tudo com calma e filmando as coisas que eu achava mais interessante. Cheguei no terceiro andar e quando percebi, o cartão de memória já estava se esgotando, então filmei só a parte do terraço e dei o dia por finalizado.

Depois disso, fiquei um ano pensando em como editar esse vídeo pois achava que ainda tava faltando alguma coisa como uma narração ou eu ter aparecido falando algo no melhor estilo “vlogueiro”, mas finalmente fiz o melhor que pude com aquelas imagens e me dei por quase satisfeito. A parte mais difícil dessa vez foi fazer a correção das cores de cada uma das cenas pois dentro do museu a iluminação é super amarelada (sem contar que tem muito canto escuro também) e eu tive que compensar essa “falha” nas imagens.

E como se a produção desse vídeo já não tivesse sido conturbada o bastante, o YouTube vai lá e bloqueia o acesso de quem tenta ver pelo celular hahaha.

Conclusão

Por hoje isso era tudo que eu tinha para contar. Espero que tenham gostado e a gente se vê em breve!

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