No último domingo comecei meu processo de mudança de apartamento. Eu já estava há mais de 3 anos morando sozinho num “apertamento” e, apesar de ter sido o lugar onde vivi por mais tempo depois de ter entrado na faculdade e apesar ter gostado bastante da experiência de ficar sem ninguém em casa, às vezes era meio foda porque eu me sentia sozinho até demais. Não foram poucos os momentos de bad vibe e de perder o sono ao pensar na minha vida e o que tava acontecendo de errado com ela. Na maioria das vezes era porque eu pensava que o futuro estava se aproximando rápido demais e eu não estava aproveitando nada e muito menos conseguindo conquistar alguma coisa em qualquer um dos aspectos da vida.

Mas isso já faz muuuuito tempo. Nem lembro quando aconteceu da última vez. No entanto eu já tinha ficado saturado de ficar naquele pequeno espaço onde eu morava e precisava de algo maior. Muito maior.

E foi então que eu consegui uma vaga num quarto enorme no apartamento de um pessoal que já tinha morado comigo no meu primeiro semestre em BH.

Meio bagunçado porque eu ainda tava me mudando.
Meio bagunçado e vazio porque eu ainda tava me mudando.

Nem ouso chamar esse apê de república porque ele não se encaixa muito com a minha definição de república. Aqui não tem festa acontecendo todos os dias ou todos os finais de semana, a pia e o banheiro estão sempre limpos, aqui é silencioso e cada um respeita o espaço do outro. Sem falar que, como os quatro moradores estudam e trabalham (e por isso mal se vêem), eu quase posso considerar que eu ainda moro sozinho. A vantagem é que, via de regra, eu tenho alguém pra conversar até as cinco da manhã como foi o caso da noite passada. (rizos)

Por falar em república, acabei de notar que eu só fiz uma pequena menção no blog inteiro sobre o fato de eu já ter morado durante 6 meses em uma, no longínquo ano de 2010. Inclusive tem um pequeno compilado com cenas das primeiras semanas na casa, quando tudo ainda eram só maravilhas. Assistam aí.

E agora me desejem sorte na minha nova moradia.
Espero também dure pelo menos mais três anos.

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