Simples assim. Fiquei um mês sem postar e chego já concluindo o texto no título. A inveja é uma bela e veiuda caralha. Não que caralhas sejam belas, mas deixa eu começar esse texto logo.

Há algum tempo minha mãe clamava por um tablet. Tablet isso, tablet aquilo. Parecia quando eu era mais novo e dizia que eu só seria feliz se tivesse tv a cabo. E depois quando eu tivesse um computador. E depois quando eu tivesse internet. E depois quando eu tivesse um notebook. Eu sou exigente, desculpaê.

Aí dois meses atrás minha mãe soube que seu sobrinho de 6 anos tinha ganhado um. Era meia boca, mas ainda era um tablet. Antes que minha mãe resolvesse comprar logo um que fosse “bonitinho e baratinho igual aquele” eu comprei um iPad mini pra ela porque era o que ela queria e além disso era o que ela precisava. Por isso não foi um iPad 2, 3 ou 4 com tela retina e o escambau. Um mini bastava.

Minha mãe é tipo eu (ou seria o contrário?): ela não gosta de ficar mostrando as coisas pro mundo como se fosse a única pessoa da Terra a ter aquilo, mas eventualmente as pessoas ficariam sabendo. Aí uma amiga dela achando um absurdo minha mãe ter tamanho avanço tecnológico em mãos, resolveu comprar também. E hoje cedo minha querida progenitora me manda uma mensagem pedindo pra ajudar a amiga a tirar fotos sem precisar virar o tablet de costas.

“Ué, tem que ver se tem a câmera frontal no negócio. Não é um iPad também?”, eu perguntei.

Não era. A mulher comprou na VINTE E CINTO DE FUCKING MARÇO.

Por que, meodeos? Por quê?

A pessoa não precisa do negócio, compra pra ostentar e ainda compra falsificado? (E com aquele touch de bosta que puta que o pariu, como eu odeio essas telas “punch screen”.)

Aí não, fera!

Provavelmente eu já disse isso em algum canto desse blog: eu prefiro não comprar do que comprar um negócio falsificado. Se é pra ter, vamos ter direito.

E querendo ou não, a verdade é que desde o início o PC Siqueira estava certo:


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