Dia desses na internet, a pauta era como a viúva de John Lennon era uma mulher escrota. Nunca pesquisei a fundo da vida da mulher, já que o universo dos Beatles pouco me interessa, mas sei que ela era uma japonesa hippie-gótica que, graças a uma magia realizada por Shendu, conseguiu se casar com um músico de sucesso, e então, exaurir o talento e a vontade de viver de cada um dos membros da banda de seu marido.

E mais: não só os Beatles foram afetados pela loucura da mulher, mas o grande Chuck Berry por pouco não teve um infarto quando Yoko decidiu fazer uma “intervenção” durante uma de suas apresentações. Dá uma conferida aí no vídeo:

Não sei se vocês conseguiram assistir tudo (eu não!), mas vocês viram a cara de “MANO, PUTA MERDA! QUEM TROUXE ESSA VADIA PRA CÁ?” que o Chuck faz aos 1:21?

Ele faz essa cara exatamente um nanossegundo depois que a japa começa o berreiro que, dentro da cabeça dela, é alguma forma de arte. A partir disso podemos concluir que a possibilidade de Chuck Berry ter tomado uma dedada no rabo que não fora capturada pela câmera se torna igual ou inferior a zero, deixando assim os gritos de Yoko Ono serem o único motivo para essa reação dele, chamada cientificamente de estou-em-pânico-mas-vou-me-conter. É um festival de vergonha e desespero que nunca mais fora televisionado em lugar nenhum…

… ATÉ 2008!

Em 28 de dezembro de 2008 (meu aniversário, diga-se de passagem) o Altas Horas teve a brilhante ideia de chamar para o programa o novo sucesso internético da música indie: Tchubaruba Magalhães. Confesso que a primeira vez que eu vi a menina foi no Caldeirão do Huck (meodeos, por que eu tava assistindo o Caldeirão?!) e eu fiquei de cara com ela. Essas meninas meio alternativas e tal fazem bem às minhas vistas, o que eu posso fazer? Gosto é gosto (uns tem, outros não). Mas aí, logo depois de terminar a música e o Luciano começar a perguntar umas coisas pra ela eu fiquei ESTARRECIDO, na falta de palavra melhor, porque realmente não existe palavra melhor pra descrever meu sentimento aquele dia. Naquele momento eu descobri que ela não apenas não sabe dar entrevistas como também não sabe terminar uma frase sem mudar de assunto. Foi terrível, cara…

(Parei de escrever esse texto por um momento pra procurar esse programa do Caldeirão e acabei encontrando. Não sei como foi que eu fiquei, digamos, encantado pela menina. Ela tava usando um saco de estopa como vestido! Além do que, se eu tivesse visto a primeira parte da entrevista, antes dela cantar, com certeza eu já teria a detestado desde o começo.)

Mas voltando ao programa Altas Horas, Serginhos Groisman tinha dois convidados relevantes para o contexto geral daquele dia: Wagner Moura, que mostrava o seu talento (?) como cantor, e Flávia Alessandra, que era como se fosse o Chuck Berry brasileiro com todas as suas reações avessas à cantora mirim. Obviamente a Mallu fazia o papel da Yoko ao demonstrar toda a sua incapacidade de cantar uma música conhecida pelo grande público e fazer improvisos lamentáveis para contornar a situação. Fiquem agora com o vídeo desse fatídico dia:

Eu realmente não sei o que pensar. Não faço ideia do que ela está fazendo agora e nem do que fizeram com ela. A não ser o Marcelo Camelo. Ele, todos nós sabemos muito bem o que fez com a menina.

PS.: Só me retratando aqui no finalzinho sobre a Flávia Alessandra ser o Chuck Berry brasileiro. Pelamordedeus né.

PPS.: Compartilhem, divulguem, comentem e aquilo tudo que vocês já sabem.

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