Faltam menos de 5 horas pra eu começar a me arrumar para ir pro trabalho numa bela manhã chuvosa de sábado. Num lapso de genialidade (que daqui umas 8 horas vou achar que foi burrice) decidi não dormir pra não perder a hora. Sendo assim, passarei o resto da madrugada mexendo no Facebook, interagindo com quem estiver on-line, organizando meus vídeos no YouTube – sim, eu organizo meus vídeos (nomes, tags, thumbnails… tudo).

Mas voltando ao assunto Facebook, acabei de ver uma imagem compartilhada pela página do humorista, vlogger e matemático Marcos Castro, relativa a um vídeo lançado recentemente:

Um pouco de contexto: o rapaz da foto é o Ronnie, editor dos vídeos do Marcos (e orgulhosamente meu amigo também #RÉXETEGUEPAGAPAU). A frase foi inserida por ele no vídeo e exibida durante um ou dois frames (ou “quadros” pra quem não manja das putarias audiovisuais). Já a Luciana em questão é a esposa do Marcos. Ela aparece no vídeo e não conseguia fixar o olho na lente da câmera para causar a impressão de que estivesse falando diretamente com o espectador.

Abrindo um parêntese dentro desse colchete gigante que é a introdução desse texto, e saindo um pouco dos vídeos do Marcos, posso dizer que o vídeo abaixo é um dos mais agoniantes de se assistir. Primeiro porque o diálogo não é espontâneo, segundo porque os dois que aparecem no vídeo também não olham pra lente, e terceiro porque além de não olharem para a lente também não olham para si, mesmo quando estão conversando! Deve ser por isso que fechei o vídeo depois de 40 segundos.

(PS.: Se você é o criador do vídeo acima, não se ofenda. Isso foi uma crítica construtiva – ou quase. Também é seu direito achar esse texto uma merda.)

Mas voltando ao assunto… (só reiterando que estou com muito sono, então me perdoem pela falta de foco)

Minha teoria é a seguinte: assim como surdos têm o super-poder de ouvir com facilidade palavras sendo pronunciadas em alta velocidade devido ao uso constante de apetrechos tecnológicos como os “leitores de tela”; editores de vídeo também têm o super-poder de enxergar e ler facilmente coisas que aparecem em um mísero frame. Eu tenho vários exemplos guardados na memória e deixarei alguns logo abaixo.

Não sei se tem algum editor de vídeo (amador ou profissional) que lê esse blog, mas se tiver, essa teoria minha se confirma ou não? Deixem aí nos comentários.

Anúncios