Olá, tudo bemmmm? [/PauloHenriqueAmorim]

Visto que algumas conversas que eu tenho me levam a escrever novos posts, falarei hoje sobre minha maior frustração escolar.

Quando eu tinha sete anos e fui para a primeira série (ou primeiro ano, agora não sei. Porque diabos eles mudam a nomenclatura a cada geração?) ganhei de duas tias minhas uma porrada de livros didáticos da primeira série e de séries mais avançadas. Minhas tias eram professoras do ensino fundamental e, como seus filhos já eram bem mais velhos que eu, acabei herdando toda aquela vasta coleção de encadernados. Desde os livros mais conservados até àqueles caindo aos pedaços e encapados com uma sacola plástica azul. Mas cavalo dado não se olha os dentes…

Cavalo dado

Então o que aconteceu? Com minha malandragem juvenil, tentei aprender tudo que eu pude sobre assuntos mais avançados para que na terceira ou quarta série, eu fosse o aluno mais esperto de todos. Não que eu fosse burro, mas sempre rolava aquelas competições de quem responde mais perguntas, quem termina a prova primeiro, coisa e tal.

Porém, os conceitos dos livros eram um pouco confusos sem as explicações dos professores. Resolvi mudar de estratégia e, ao invés de aprender, resolvi decorar o máximo de coisas possíveis, mas como a Lei de Murphy nunca falha, somente uma coisa permaneceu na minha cabeça:

“A MAGNETITA É O ÚNICO IMÃ NATURAL.”

Pois é, meus amigos. A magnetita é o único imã natural, não é incrível? Aposto que vocês não sabiam disso.

E sabe quantas vezes a Dona Terezinha, minha professora da quarta-série, perguntou pra turma qual era o único imã natural?

Nenhuma.

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