Há mais ou menos um ano, eu estava lendo a timeline do twitter quando me aparece o @diegoquinteiro postando o link de um jogo feito por ele mesmo chamado “Bola Alada”.

Dizia ele que aquela era sua primeira tentativa de criar um jogo e, segundo um post escrito por ele em 2008, os gráficos e a maioria dos sons e das músicas foram produzidos por ele mesmo.

Avance a fita para janeiro de 2011.

Encontrei o Diego na Campus Party e, numa tentativa tímida de não parecer um fã maluco, fui conversar com ele. A logística de conversar com alguém publicamente conhecido é que na maioria das vezes, a pessoa não tem ideia de quem é você. Mas beleza. Fui lá tirar uma foto, me apresentei e perguntei como ele tinha criado um jogo aparentemente tão simples, mas na verdade tão complexo como aquele.

E ainda saiu sem foco.

Acho que ele não esperava que alguém fosse falar com ele sobre o Bola Alada, pois sua reação de surpresa foi notável. Então no final da conversa eu disse que eu iria almoçar e ele me disse pra mandar um reply no twitter quando eu terminasse o jogo.

Três meses depois desse encontro e após algumas tentativas em meio às minhas horas de ócio, terminei o jogo hoje.

Quem esperava que esse texto fosse uma resenha, se enganou. Escrevi isso aqui só pra contextualizar o reply que eu mandei pra ele, caso contrário ele iria pensar que eu era apenas uma pessoa aleatória que encontrou o jogo dele por acaso.

PS.: Quero meu doce.
PPS.: Quem quiser saber onde baixá-lo, pergunte ao Diego. Já tenho a minha cópia bem guardada.

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