Se você ainda não leu a primeira parte da história, leia.

Continuando…

Depois que o Puto saiu de perto da gente, chegou meu professor de literatura (mais “alegre” que o normal) e me obrigou a tirar gravata pra ficar mais despojado, pois até aquela hora, que devia ser quase 2h30 da manhã, eu ainda estava do jeito que eu tinha saído de casa. Depois de quase perder o pescoço ao ter a gravata arrancada à força, fiquei imperceptivelmente vestido igual um mendigo e, pro meu azar, chegou meu professor de inglês (viciado em tirar fotos, diga-se de passagem) que resolveu registrar o momento.

Por enquanto esse cara vai me substituir até eu conseguir a minha foto.

Logo depois desse desastre de registro fotográfico ser feito, arranquei minha gravata, botei no bolso junto com meu cabo USB (depois eu explico porque diabos eu estava com um cabo USB durante a festa), abri o terno, voltei a colocar a gravata mas a partir desse momento comecei a achar a gravata uma péssima ideia.

“Se você não tá gostando da gravata, então não usa”, disse a Red. (Senso de obviedade, um dos motivos que me fazem gostar das pessoas).

Tirei a gravata de novo (!!!) e logo depois o showzinho de samba tinha acabado. Quando a música eletrônica voltou, a Red me chamou pro meio da pista pra gente dançar e foi lá que a gente ficou (do verbo “estar”, infelizmente) durante quase a noite toda. Por volta das 3h10, uma das minhas colegas (que eu vou chamar de Larissa, porque esse é realmente o nome dela e porque ela me autorizou o colocar seu nome no texto) subiu no palco pra ler uma carta de agradecimento pra todas as suas amigas, garotas que me fizeram ter a ideia de fundar uma república estudantil só pra elas cujo nome seria República Tcheca. gotgot

Adendo: antes daquela parte da história em que meu professor chega pra bagunçar meu “visual fashion”, o irmão da Larissa (na foto abaixo) fez uma rápida passagem pela gente com a filmadora ligada e eu deixei um registro dizendo pra eles não se esquecerem de mim, e avisando também que eu era o único sóbrio da festa. Infelizmente minha cara e minha voz diziam justamente o contrário.

Rafael - vulgo Fred (???) - e eu
Rafael – vulgo Fred (???) – e eu

Depois de sua homenagem às Migas (apelido dado ao grupo das amigas, que curiosamente era composto por 95% da população feminina da classe), cheia de risos nervosos e lágrimas, voltamos à nossa programação festiva normal.

Mas só no próximo post. Link aqui.

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