Desenterrado das profundesas tecnológicas dos anos 70, eis aqui uma pequena resenha de Donkey Kong, da plataforma Atari. Mas não se enganem! A resenha é pequena não porque eu não sei nada sobre o jogo, e sim porque não há muita coisa para se saber.

Como vocês podem perceber pela imagem acima, os elementos do jogo eram formados por pixels gigantescos que exigiam muito da criatividade dos jogadores para que pudessem entender o que representavam. Por exemplo, aquela “coisa” marrom que mais parece o Biscoito do filme do Shrek, na realidade é o próprio Donkey Kong. Já esses discos amarelos que são lançados pelo gorila, são barris que rolam na plataforma com o intuito de derrubar o Mario. Sim, pessoal, esse carinha de vermelho é o Mario atuando no seu primeiro game. Na época ele ainda se chamava Jumpman (“Homem que Pula”, numa tradução literal). Não podemos deixar de falar também da donzela em perigo, representada por aquela “pessoa” que parece ter um peixe dourado no lugar da cabeça. As vidas do Mario Jumpman era representadas por retângulos no canto superior direito da tela, e os efeitos sonoros são os piores possíveis.

A jogabilidade de Donkey Kong se resumia a andar, pular, pular enquanto anda formando uma trajetória parabólica no ar, e também usar um martelo como arma para atingir os obstáculos (barris e cobras, por exemplo). O foda é que você não precisa fazer nada para usar o martelo: depois de pegá-lo, seu personagem fica num movimento onanista eterno e vai atacando tudo que vê pela frente.

Nota para o jogo: 6 pontos pelo sentimento old school. Vale lembrar aqui que eu já tive uma experiência com um legítimo Atari 400, mas não foi Donkey Kong e eu também não consigo lembrar que jogo era.

E se vocês quiserem jogar um pouco também, basta entrar no Mercado Livre e comprar seu Atari com algum vendedor que estiver lá é só clicar na imagem do jogo que eu coloquei aí no início do post.

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